Descobri meu afrodisíaco perfeito = Inteligência.
Meu tipo de homem perfeito:
Mãos bonitas, sorriso bonito, + de 1,80m, inteligência, e capacidade de me fazer rir.
Os atributos físicos, acho que sempre me espelhei em mim, nunca gostei das minhas mãos, usei aparelho para corrigir os dentes, e sou baixinha.
Agora Inteligência e Capacidade de fazer rir são duas coisas que eu tenho, e espero mesmo que alguém tenha para se tornar interessante.
Não gosto de homens malhados, não gosto de homem muito bonito, isso dá um trabalho do caramba, e como diz o Jabor ( para mulheres, mas vou adaptar ) Homem bonito é como melancia, ninguém come sozinho...
Lembra lá do carinha da paixonite e talz?
Pois bem, 50% do que eu sentia foi embora hoje, e sabe por quê?
Porque ele demonstrou a burrice dela, acima da lerdeza... acho que não sou capaz de aturar tais adjetivos juntosssssss...
Hoje eu coloquei como meta, ter mais disciplina para melhorar:
- Paciência
- Ponderação
- Escrita
- Movimento
Paciência, porque eu de fato não tenho paciência, minha ansiedade f* com a minha vida toda, e faz eu me enrolar, como já disse inúmeras vezes, e é um negócio generalizado, porque me f* no trabalho, me f* nas amizades, me f* nos relacionamentos, em tudo, e veja só, não consigo controlar, logo, estou tentando trabalhar isso.
Preciso trabalhar a ponderação, pois a minha impulsividade agregada à minha ansiedade, se torna uma bomba psicológica de alta periculosidade, na verdade... auto periculosidade, porque quem explode no caso, sou eu, que quando não explodo, sinto vontade de explodir alguém.
Escrita, na verdade, não está bem para melhorar, ou trabalhar, está para exercitar, voltar a escrever sem esperar por inspiração proveniente de caos, ou de amor, ou seja lá de qual sentimento estranho for, preciso me inspirar na minha imaginação, preciso voltar a anotar meus sonhos para usá-los, como penso em fazer ,escrever um livro.
Trabalhar movimento, significa fazer exercícios, ou seja, parar com as dietas malucas, começar a fazer exercícios para perder o peso que tanto quero perder...
Daí, os resultados serão apenas os melhores, começa que todos esses pontos me ajudarão a relaxar, especialmente a escrita e o movimento, sou apaixonada por palavras, e se pudesse escreveria o dia inteiro ( não posso pq avida não é só isso ne ) gosto de colocar meus pensamentos e idéias no papel, porque isso nunca morre, nada é capaz de levar embora, sem contar que de repente, se alguém gostar do que eu escrevo, ainda corro o risco de ganhar algum dinheiro com isso, o que não seria nada ruim.
A partir de agora serei uma nova pessoa... menos face, mais auto aplicações.
Que delícia... é tão bom estabelecer metas... espero conseguir segui-las.
Esse blog ta ficando EMO demais... meu Deus, eu só reclamo, choro, falo de homens molengas... e etc.
Mas o que interessa de verdade é que me livrei daquele incômodo que tava de irritando tanto, por conta de um cara que não tem NADA a ver comigo, e que não tem nada que eu desejo ( Fora o sorriso e a cara de tonto ), hehehehe, eu nem sou exigente pra homem, mas tudo bem... quando eu ficar, linda, calma, magra e rica, vou pensar melhor sobre essas exigências, quem sabe eu não decida mudar de gosto...
Ah, esqueci de falar...
Não gosto de loiros...
Nunca gostei, quem sabe depois que eu ficar famosa...
Bard Pitt me aguarde... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Sou autentica, há quem não goste, mas sou assim, amo de paixão e sofro intensamente, sentimentos de uma ponta a outra. Sou assim uma explosão de alegrias e felicidades, mas também consigo me sentir sozinha cercada de pessoas e assim mesmo bater a tristeza em meu coração.
Sou sincera, apesar de muitos acreditarem que ela não existe mais.
Sou tão boba, que ainda acredito nas pessoas e sou tirada de tola e ainda sou passada pra trás, não só passada, mas esmagada, e ainda penso: “puxa, eu tive a oportunidade de fazer o mesmo...” Sou tão inocente que sou chamada de burra. Mas quer saber, não me arrependo de agir e ser assim, pois sei e sinto quem gosta com sinceridade de mim. Sendo assim consigo enxergar aquilo que poucos enxergam, o coração, a alma.
È impressionante, mas consigo enxergar aquilo que os verdadeiros tolos, aqueles que fingem falar a verdade, aqueles que gostam das aparências, que veneram as banalidades da vida, não enxergam, e nisso perdem todo o encanto da vida.
Isso é regra, sem exceções...
Sou sincera, apesar de muitos acreditarem que ela não existe mais.
Sou tão boba, que ainda acredito nas pessoas e sou tirada de tola e ainda sou passada pra trás, não só passada, mas esmagada, e ainda penso: “puxa, eu tive a oportunidade de fazer o mesmo...” Sou tão inocente que sou chamada de burra. Mas quer saber, não me arrependo de agir e ser assim, pois sei e sinto quem gosta com sinceridade de mim. Sendo assim consigo enxergar aquilo que poucos enxergam, o coração, a alma.
È impressionante, mas consigo enxergar aquilo que os verdadeiros tolos, aqueles que fingem falar a verdade, aqueles que gostam das aparências, que veneram as banalidades da vida, não enxergam, e nisso perdem todo o encanto da vida.
Isso é regra, sem exceções...
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Dia mortal
Dia mortal
O dia amanhece
e nem deus ouve minhas preces.
0 vento é calido.
Parece vindo das profundezas do inferno.
O dia nasce
e vidas morrem.
Porque so eu sobrevivo.
servindo de alimento para meus inimigos.
Estes insaciaveis dêmonios.
Morrer se a morte não me quer.
Viver se a vida não me da prazer.
O ceú esta negro.
As flores estão murchas.
Morte e vida se misturam
na chegada e na partida.
No descanso e na fadiga.
Lágrimas e falsos sorrisos.
O dia amanhece.
E nem deus ouve
O dia amanhece
e nem deus ouve minhas preces.
0 vento é calido.
Parece vindo das profundezas do inferno.
O dia nasce
e vidas morrem.
Porque so eu sobrevivo.
servindo de alimento para meus inimigos.
Estes insaciaveis dêmonios.
Morrer se a morte não me quer.
Viver se a vida não me da prazer.
O ceú esta negro.
As flores estão murchas.
Morte e vida se misturam
na chegada e na partida.
No descanso e na fadiga.
Lágrimas e falsos sorrisos.
O dia amanhece.
E nem deus ouve
Meia verdade
Nem tudo que escrevo é poesia.
Nem tudo que vivo é vida.
Pouco importa se minha fome já me da mal hálito.
Se minha rima é pobre e não estou preso a nenhuma fórmula.
Prefiro o muro e não um rumo, meu poema tem careta na face.
Não sou poetiza! Mas protesto!
Sou mentirosa, e as palavras sabem! Por isso, que faço poesia
Nem tudo que escrevo é poesia.
Nem tudo que vivo é vida.
Pouco importa se minha fome já me da mal hálito.
Se minha rima é pobre e não estou preso a nenhuma fórmula.
Prefiro o muro e não um rumo, meu poema tem careta na face.
Não sou poetiza! Mas protesto!
Sou mentirosa, e as palavras sabem! Por isso, que faço poesia
O que eu não disse.
O que eu não disse.
Todo o exterior é amante, o que eu não digo que é eterno.
Odeio conceitos, só os que me lêem de olhos fechados
é que me seguem.
Alguns virgens sempre me julgaram enquanto não durmo.
Nunca fui dia! Nunca serei dia, o sol nunca será meu.
Tenho pouco, muito pouco e sobre esse pouco é que sou poetiza.
Tenho o que mereço, sou menos e amanhã serei menos ainda.
Afinal eu morro...
Todo dia é um ponto, e uma canção de luto.
Não preciso da culpa para me sentir protegida.
Todo o exterior é amante, o que eu não digo que é eterno.
Odeio conceitos, só os que me lêem de olhos fechados
é que me seguem.
Alguns virgens sempre me julgaram enquanto não durmo.
Nunca fui dia! Nunca serei dia, o sol nunca será meu.
Tenho pouco, muito pouco e sobre esse pouco é que sou poetiza.
Tenho o que mereço, sou menos e amanhã serei menos ainda.
Afinal eu morro...
Todo dia é um ponto, e uma canção de luto.
Não preciso da culpa para me sentir protegida.
Ostracismo
Ostracismo
O cabelo preto e o meu medo fiel de não olhar o que os outros desejam.
É mulher de pouca de fé, a tarde rebola com suas danças incultas.
A coerência dos meus ossos, a postura na mesa, a postura na sala.
E esse homem a sorrir, por que escrever dói tanto agora.
O cabelo preto e o meu medo fiel de não olhar o que os outros desejam.
É mulher de pouca de fé, a tarde rebola com suas danças incultas.
A coerência dos meus ossos, a postura na mesa, a postura na sala.
E esse homem a sorrir, por que escrever dói tanto agora.
Uma mentira
Uma mentira
Essa vontade atravessada.
Esse querer que persegue o dia esquecido na janela.
Sou só repetição, não quero nada de eterno.
Toda essa razão, um monte delas e tudo que mais quero é uma mentira.
Uma mão vadia, um calor que não me fale de endereços.
Que não fale de livros, de cálculos, gleba estrangeira e de fulanos monumentos.
É o fácil, é o corpo esparramado em sua órbita natural, sua busca virgem.
A exatidão é uma falácia e eu quero falar de despudores na mesa.
Cansa o que eu sei e o que eu não sei. E o resto é um vestíbulo bonito.
Hoje sem dinheiro, sem TV, sem máximas, eu preciso de uma mentira.
Uma intrepidez de reflexos que me intercale entre ócio e a volúpia.
Quero todos os hiatos, todos os pesos dos segundos em agridoces arritmias.
Hoje e dentro sempre dentro eu não quero esperar afetos homéricos.
E um bom dia pela manhã com recalques de ideias que pleiteiem meus outros versos.
Preciso de uma mentira, não, não todas as mentiras e o dever final de um curto adeus.
E depois, não me importo com o depois. Quem um dia me dirá a verdade?
A verdade é uma atriz que não se olha no espelho.
Está lá congênita e esparsa com todos seus precipícios de endemias sociáveis.
É uma mentira, uma simples mentira que cobiço nesta hora.
Essa vontade atravessada.
Esse querer que persegue o dia esquecido na janela.
Sou só repetição, não quero nada de eterno.
Toda essa razão, um monte delas e tudo que mais quero é uma mentira.
Uma mão vadia, um calor que não me fale de endereços.
Que não fale de livros, de cálculos, gleba estrangeira e de fulanos monumentos.
É o fácil, é o corpo esparramado em sua órbita natural, sua busca virgem.
A exatidão é uma falácia e eu quero falar de despudores na mesa.
Cansa o que eu sei e o que eu não sei. E o resto é um vestíbulo bonito.
Hoje sem dinheiro, sem TV, sem máximas, eu preciso de uma mentira.
Uma intrepidez de reflexos que me intercale entre ócio e a volúpia.
Quero todos os hiatos, todos os pesos dos segundos em agridoces arritmias.
Hoje e dentro sempre dentro eu não quero esperar afetos homéricos.
E um bom dia pela manhã com recalques de ideias que pleiteiem meus outros versos.
Preciso de uma mentira, não, não todas as mentiras e o dever final de um curto adeus.
E depois, não me importo com o depois. Quem um dia me dirá a verdade?
A verdade é uma atriz que não se olha no espelho.
Está lá congênita e esparsa com todos seus precipícios de endemias sociáveis.
É uma mentira, uma simples mentira que cobiço nesta hora.
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